Mestres do Universo: A Revolução – Crítica

Alerta de SPOILER

E lá vamos nós para mais uma viagem nostálgica em Etérnia com “Mestres do Universo: A Revolução”! Kevin Smith nos presenteia com uma sequência que, embora ambiciosa, parece ter mais ingredientes do que o caldeirão pode aguentar em apenas cinco episódios.

A trama divide-se entre Teela, agora Feiticeira, tentando reconstruir Pretérnia, e He-Man enfrentando uma versão tecnológica de Esqueleto trabalhando para a Placa-Mãe. As linhas narrativas tangenciam-se apenas no final, com alguns personagens clássicos e novos sendo inseridos para alegria dos fãs (e para vender bonecos!).

Apesar de momentos emocionantes e boas sacadas, como a morte do Rei Randor e o uso lógico de Gwildor, a série parece se perder em sua própria ambição. Há uma overdose de referências à animação original dos anos 80, o que pode ser um tanto esmagador.

Entre altos e baixos, “A Revolução” ainda mantém o potencial de elevar a franquia para uma nova era, mas talvez um pouco mais de foco teria evitado a sensação de um carnaval de personagens. No entanto, a promessa de introduzir a irmã do Príncipe Adam na próxima parte deixa os fãs curiosos sobre o que virá a seguir. Estamos prontos para mais aventuras em Etérnia!